Pregações

Vivendo o Essencial - Adorando ao Senhor da História

Publicada por Daline Moeller · Igreja Luterana em Três Lagoas

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Vamos continuar nossa trajetória pelo livro de Daniel? Vamos olhar um pouco mais a fundo?

Para continuar, vale relembrar que: Daniel está na Babilônia, ele é um jovem sábio e fiel a Deus, um judeu sendo treinado para servir ao homem mais poderoso de seu tempo, o rei Nabucodonosor, que invadiu a terra de Daniel e o levou como exilado.

Para compreender as ações de Daniel diante dos desafios que enfrentou, precisamos entender como eram os reis em seu tempo. Afinal, um rei se considerava soberano, era tratado como um deus e fazia o que fosse do seu agrado, não importando as consequências de seus atos para os outros.

Os reis eram conhecidos por suas regalias, eles mandam e todos obedecem, dão ordens e essas são cumpridas e quando algo não os agrada, eles castigam os responsáveis (mesmo sendo um castigo injusto). Assim também é Nabucodonosor, um rei severo e cheio de si.

No capítulo 1 conhecemos um pouco da biografia de Daniel e seus amigos Ananias, Misael e Azarias. No capítulo 2 conheceremos um pouco de Nabucodonosor, um rei poderoso, temível, orgulhoso e ao mesmo tempo, um instrumento de Deus para cumprir seus propósitos.

Vamos a fonte: Daniel 2.1-3

“No segundo ano de seu reinado, Nabucodonosor teve sonhos; sua mente ficou tão perturbada que ele não conseguia dormir. Por isso o rei convocou os magos, os encantadores, os feiticeiros e os astrólogos para que lhe dissessem o que ele havia sonhado. Quando eles vieram e se apresentaram ao rei, ele lhes disse: "Tive um sonho que me perturba e quero saber o que significa".

Nabucodonosor teve um sonho que o inquietou, o deixou aflito, por isso ele chama todos os sábios de seu povo para que lhe digam o significado daquele sonho. É importante sabermos que os babilônicos levavam os sonhos muito a sério como algo que fazia parte de sua religião.

Com esperteza, o rei coloca a sabedoria dos astrólogos e sábios a prova. Ele não quer simplesmente a interpretação do sonho, pois eles poderiam inventar algo para dizer ao rei, ele quer que sábios adivinhem qual seu sonho, para depois interpretarem. Isso foge da lógica daqueles homens, quem poderia saber o que o rei havia sonhado? Era impossível!

Nabucodonosor não reage bem a resposta negativa dos sábios: Daniel 2.5-13

"O rei respondeu aos astrólogos: “Esta é a minha decisão: se vocês não me disserem qual foi o meu sonho e não o interpretarem, farei que vocês sejam cortados em pedaços e que as suas casas se tornem montes de entulho. 6 Mas, se me revelarem o sonho e o interpretarem, eu darei a vocês presentes, recompensas e grandes honrarias. Portanto, revelem-me o sonho e a sua interpretação”. 7 Mas eles tornaram a dizer: “Conte o rei o sonho a seus servos, e nós o interpretaremos”. 8 Então o rei respondeu: “Já descobri que vocês estão tentando ganhar tempo, pois sabem da minha decisão. 9 Se não me contarem o sonho, todos vocês receberão a mesma sentença; pois vocês combinaram enganar-me com mentiras, esperando que a situação mudasse. Contem-me o sonho, e saberei que vocês são capazes de interpretá-lo para mim”. 10 Os astrólogos responderam ao rei: “Não há homem na terra que possa fazer o que o rei está pedindo! Nenhum rei, por maior e mais poderoso que tenha sido, chegou a pedir uma coisa dessas a nenhum mago, encantador ou astrólogo. 11O que o rei está pedindo é difícil demais; ninguém pode revelar isso ao rei, senão os deuses, e eles não vivem entre os mortais”. 12 Isso deixou o rei tão irritado e furioso que ele ordenou a execução de todos os sábios da Babilônia. 13 E assim foi emitido o decreto para que fossem mortos os sábios; os encarregados saíram à procura de Daniel e dos seus amigos, para que também fossem mortos".

Lembre-se que o rei podia fazer o que bem entendia. Se algo não fosse do seu agrado, as consequências seriam para aqueles que estavam envolvidos. Nesse caso foram os sábios da Babilônia. Eles não puderam revelar o sonho do rei, deixando-o furioso e contrariado.

Nabucodonosor não aceitava o fato de alguém não cumprir sua vontade e por não ter ao seu alcance o que desejava o rei da ordem de morte para todos os sábios. Isso recai, também, sobre os que nem mesmo estavam presentes diante do rei, recai sobre Daniel e seus amigos.

Agindo diante da sentença: Daniel 2. 14-23

“Arioque, o comandante da guarda do rei, já se preparava para matar os sábios da Babilônia, quando Daniel dirigiu-se a ele com sabedoria e bom senso. Ele perguntou ao oficial do rei: "Por que o rei emitiu um decreto tão severo? " Arioque explicou o motivo a Daniel. Diante disso, Daniel foi pedir ao rei que lhe desse um prazo, e ele daria a interpretação. Daniel voltou para casa, contou o problema aos seus amigos Hananias, Misael e Azarias, e lhes pediu que rogassem ao Deus dos céus que tivesse misericórdia acerca desse mistério, para que ele e seus amigos não fossem executados com os outros sábios da Babilônia. Então o mistério foi revelado a Daniel de noite, numa visão. Daniel louvou o Deus dos céus e disse: "Louvado seja o nome de Deus para todo o sempre; a sabedoria e o poder a ele pertencem. Ele muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece. Dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos que sabem discernir. Revela coisas profundas e ocultas; conhece o que jaz nas trevas, e a luz habita com ele. Eu te agradeço e te louvo, ó Deus dos meus antepassados; tu me deste sabedoria e poder, e me revelaste o que te pedimos, revelaste-nos o sonho do rei".

Daniel ao ver os assassinatos que o rei ordenara, decide apresentar-se ao rei para impedir o massacre que seria feito na Babilônia, pois muitos iriam morrer pelo fato de o rei sentir-se contrariado. Daniel, então, se apresenta ao rei pedindo um tempo para revelar o sonho e a interpretação.

Uma estratégia diante do problema

Perceba a sabedoria de Daniel em suas ações, diante da injustiça Daniel apenas pergunta: qual o motivo disso? Por que o rei fez algo assim? A pergunta leva a uma busca por resposta e Daniel pede então um prazo para se apresentar ao rei com uma solução ao problema, mais um ato sábio de Daniel que age com cautela.

Daniel volta para casa, relata o acontecido para os amigos e todos juntos oram pedindo a Deus uma direção, um auxílio. Pedem por misericórdia. Perceba que eles não exigem, não decretam, não barganham, mas clamam e oram. A forma como eles se reportam a Deus demonstra humildade e confiança.

Depois disso, Deus revela em uma visão a Daniel o sonho de Nabucodonosor. Após ter conhecimento do sonho e sua interpretação, a primeira ação de Daniel é agradecer a Deus e só depois apresentar-se ao rei. Chegou o momento de encarar o temível e poderoso Nabucodonosor, que já estava algum tempo aguardando alguém capaz de lhe trazer respostas.

Daniel 2. 24-28

“Então Daniel foi falar com Arioque, a quem o rei tinha nomeado para executar os sábios da Babilônia, e lhe disse: "Não execute os sábios. Leve-me ao rei, e eu interpretarei para ele o sonho que teve". Imediatamente Arioque levou Daniel ao rei e disse: "Encontrei um homem entre os exilados de Judá que pode dizer ao rei o significado do sonho". O rei perguntou a Daniel, também chamado Beltessazar: "Você é capaz de contar-me o que vi no meu sonho e interpretá-lo? " Daniel respondeu: "Nenhum sábio, encantador, mago ou adivinho é capaz de revelar ao rei o mistério sobre o qual ele perguntou, mas existe um Deus nos céus que revela os mistérios. Ele mostrou ao rei Nabucodonosor o que acontecerá nos últimos dias.”

Havia muitas promessas para aquele que fosse capaz de interpretar os sonhos de Nabucodonosor. Com certeza, essa pessoa seria reconhecida pelo seu ato. Daniel, no entanto, não se aproveita disso para vanglória, pelo contrário, ele aproveita essa oportunidade para mostrar ao rei que Deus é o todo-poderoso, o soberano e somente esse Deus, é capaz de fazer tudo o que ao ser humano é impossível.

Antes de revelar ao rei o que Deus lhe havia mostrado, Daniel em humildade mostra que toda a Glória pertencia a Deus, pois quem lhe permitiu revelar tais coisas ao rei foi o próprio Deus, o Deus verdadeiro, um Deus que Nabucodonosor ainda não conhecia.

Chegou a hora de falar: Daniel 2.29-35

"Quando estavas deitado, ó rei, tua mente se voltou para as coisas futuras, e aquele que revela os mistérios te mostrou o que vai acontecer. Quanto a mim, esse mistério não me foi revelado porque eu tenha mais sabedoria do que os outros homens, mas para que tu ó rei, saibas a interpretação e entendas o que passou pela tua mente. "Tu olhaste, ó rei, e diante de ti estava uma grande estátua: uma estátua enorme, impressionante, e sua aparência era terrível. A cabeça da estátua era feita de ouro puro, o peito e o braço eram de prata, o ventre e os quadris eram de bronze, as pernas eram de ferro, e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro. Enquanto estavas observando, uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmigalhou. Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro foram despedaçados, viraram pó, como o pó da debulha do trigo na eira durante o verão. O vento os levou sem deixar vestígio. Mas a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda”.

Aquilo que nenhum ser humano foi capaz de fazer, Deus fez através de Daniel, afinal o próprio Deus deu ao rei aquele sonho. O sonho de Nabucodonosor, não foi um acaso, Deus tinha um propósito com aquele sonho.

Vamos entender então a interpretação desse sonho, o que Daniel explicou ao rei:

Daniel 2.36-45

"Foi esse o sonho, e nós o interpretaremos para o rei. Tu, ó rei, és rei de reis. O Deus dos céus te tem dado domínio, poder, força e glória; nas tuas mãos ele colocou a humanidade, os animais selvagens e as aves do céu. Onde quer que vivam, ele fez de ti o governante deles todos. Tu és a cabeça de ouro. "Depois de ti surgirá um outro reino, inferior ao teu. Em seguida surgirá um terceiro reino, reino de bronze, que governará sobre toda a terra. Finalmente, haverá um quarto reino, forte como o ferro, pois o ferro quebra e destrói tudo; e assim como o ferro a tudo despedaça, também ele destruirá e quebrará todos os outros. Como viste, os pés e os dedos eram em parte de barro e em parte de ferro. Isso quer dizer que esse será um reino dividido, mas ainda assim terá um pouco da força do ferro, embora tenhas visto ferro misturado com barro. Assim como os dedos eram em parte de ferro e em parte de barro, também esse reino será em parte forte e em parte frágil. E, como viste, o ferro estava misturado com o barro. Isso quer dizer que se procurará fazer alianças políticas por meio de casamentos, mas essa união não se firmará, assim como o ferro não se mistura com o barro. "Na época desses reis, o Deus dos céus estabelecerá um reino que jamais será destruído e que nunca será dominado por nenhum outro povo. Destruirá todos esses reinos e os exterminará, mas esse reino durará para sempre. Esse é o significado da visão da pedra que se soltou de uma montanha, sem auxílio de mãos, pedra que esmigalhou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. "O Deus poderoso mostrou ao rei o que acontecerá no futuro. O sonho é verdadeiro, e a interpretação é fiel".

A interpretação:

1° Daniel deixa claro ao rei que todo o poder que ele possuía vinha do próprio Deus, ele tinha concedido. Nabucodonosor é a primeira parte da estátua a cabeça de ouro, um símbolo de força, resistência e poder. Mas ele não duraria para sempre, viria outro reino.

2° O segundo reino é representado pela prata, também com força e poder, mas inferior ao ouro. (peito e braço de prata)

3° O terceiro reino representado pelo bronze é sim poderoso, mas inferior aos primeiros dois. (ventre e quadris de bronze)

4° O quarto e último reino é representado pelo ferro. Um reino forte e destruidor, assim como o ferro. Mas a base da estátua que são os pés eram formados de ferro e barro. Isso representa divisão e o barro a fraqueza.

Nesse tempo do quarto reino viria então o Reino estabelecido pelo próprio Deus que duraria para sempre. Esse reino é representado pela pedra, que vem em direção a estátua despedaçando-a, esmigalhando todas as partes.

A pedra não foi posta ali por nenhuma mão humana. A pedra que destrói os reinos mais poderosos da terra não é forjada por seres humanos. Essa pedra representa um reino eterno que não pode ser dividido, nem destruído, ninguém pode dominá-lo.

Na sequência do texto, após ouvir o significado de seu sonho, Nabucodonosor reconhece a sabedoria que foi dada a Daniel. Como rei poderoso ele se alegra em saber que essa destruição não viria em seu tempo, afinal muitos governantes preocupavam-se apenas com o tempo em que estariam no poder.

Daniel 2.46-47

“Então o rei Nabucodonosor caiu prostrado diante de Daniel, prestou-lhe honra e ordenou que lhe fosse apresentada uma oferta de cereal e incenso. O rei disse a Daniel: "Não há dúvida de que o seu Deus é o Deus dos deuses, o Senhor dos reis e aquele que revela os mistérios, pois você conseguiu revelar esse mistério".

A reação de Nabucodonosor com tudo o que Daniel lhe diz é de confissão. Da boca daquele que se entendia como o todo-poderoso sai a confissão de que o Deus de Daniel é o verdadeiro Deus. Isso significa que Nabucodonosor foi transformado? Não! Mas que o testemunho de Daniel ao dizer que tudo lhe foi revelado por Deus fez com que Nabucodonosor tivesse uma pequena noção, nesse primeiro momento, a quem Daniel servia.

Aplicação:

Nós podemos olhar para o texto de Daniel e tirar dele várias lições para a vida:

- Ser fiel a Deus em tempos difíceis; Ser humilde sempre dando glória apenas a Deus; Ser ousado em meio a injustiça e ser um agente de Deus onde estiver; Aprender que o orgulho é quebrado quando entendemos que não somos tão poderosos como imaginamos; E daí por diante;

São aprendizados muito importantes, que o texto nos permite ter. No entanto, o texto vai muito além desses aprendizados. Nós podemos pregar a Bíblia de forma a estabelecer apenas normas e padrões a serem seguidos, podemos olhar para a história de Daniel e aprender muito com ele, aprender como ele viveu e tirar dali lições para o nosso dia-a-dia. Isso não seria errado, mas seria pouco!

Os textos bíblicos vão muito além disso, são textos que nos fazem compreender a ação de Deus ao longo da história da humanidade. São relatos de pessoas que forma usadas por Deus em sua missão de redenção e salvação.

Você consegue perceber em que esse capítulo de Daniel está mostrando a missão de Deus? Como ele aponta para Cristo?

Apontando para Cristo

O sonho do rei revela um reino que virá, um reino que ninguém poderá destruir, um reino que não é formado por humanos falhos, pecadores, orgulhosos e cheios de si, mas um reino eterno, justo e maravilhoso. A pedra que destrói todo reino da terra, a pedra que esmigalha qualquer orgulho, qualquer que se entenda superior, essa pedra é Jesus!

Jesus é o verdadeiro Daniel! O servo fiel! O exilado nesse mundo mau! Aquele que serviu a quem não merecia! Aquele que glorificou a Deus em tudo e em nada se gloriou!

A pedra no sonho de Nabucodonosor que destrói a estatua e inaugura um reino eterno é Jesus. Ao vir a esse mundo Jesus vence o mal, vence a morte, e inaugura um Reino que jamais será destruído, o Reino de Deus. Esse Reino virá por completo na volta de Cristo, mas ele já se iniciou com sua morte e ressureição em Cristo!

Jesus é a pedra angular posta pelo próprio Deus para salvar esse mundo e nos dar nova vida!

Passeando pelas Escrituras, perceba como Daniel aponta para Cristo e como muitos outros textos bíblicos também apontam usando a metáfora da pedra:

“A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular. Isso vem do Senhor, e é algo maravilhoso para nós”. Salmos 118:22,23

“Este Jesus é 'a pedra que vocês, construtores, rejeitaram, e que se tornou a pedra angular'”. Atos dos Apóstolos 4:11

“À medida que se aproximam dele, a pedra viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele — vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo”. 1 Pedro 2:4,5

“Pois assim é dito na Escritura: "Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nela confia jamais será envergonhado". 1 Pedro 2:6

“Jesus lhes disse: "Vocês nunca leram isto nas Escrituras? " 'A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isso vem do Senhor, e é algo maravilhoso para nós'.” Mateus 21:42

“Todo o que cair sobre esta pedra será despedaçado, e aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó". Lucas 20:18

“Quando o Senhor terminou de falar com Moisés no monte Sinai, deu-lhe as duas tábuas da aliança, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”. Êxodo 31:18

Em pedras foram escritas as leis de Deus, os dez mandamentos. Ali estava a justiça de Deus, sua vontade para cada um de nós. Porém, ser humano algum foi capaz de cumprir o que ali estava escrito! Então vem Jesus! Ele é a pedra que despedaça todo mal, toda injustiça, todo pecado, nele está verdadeiramente cumprida a Lei de Deus!

Olhando para Jesus olhamos para Deus, para sua vontade, para seus mandamentos! Olhando para Jesus sabemos quem somos e quanto precisamos dessa pedra!

E tudo isso foi revelado a milênios atrás para um homem cheio de si, um rei que se achava o todo poderoso.

Muitas vezes nós lemos Daniel e buscamos em que somos parecidos com o profeta, quando na verdade devemos ler percebendo o quanto somos parecidos com Nabucodonosor, mas isso é uma reflexão para semana que vem.

Perguntas para a Edificação:

1 O que te marcou na história de Daniel até agora?

2 O que significa para você dizer que Jesus é a pedra que destrói outros reinos?

3 Daniel aponta para Cristo com sua vida, como sua vida tem apontado para Cristo?