“Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos” (Atos 2.43).

Pr. Valmir Ropke

Pastor Geral

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SENDO CHEIOS

Como podemos identificar uma igreja que vem experimentado o enchimento do Espírito Santo? Talvez seja necessário primeiramente identificar o jeito de ser igreja? A questão central é se a igreja está definida pela sua estrutura (idolatrada, engessada e com um fim em si mesma) ou como uma igreja em movimento, pulsante e contagiante, que irá além. O mover do Espírito Santo precisa surpreender o nosso jeito de ser igreja, onde muitas vezes estamos condicionados pela velha natureza pecaminosa, pela tradição seja ela com manifestações barulhentas ou moderada.  


Na igreja há uma inquietação de muitos, onde querem uma intimidade com Deus, porém, não querem compromisso com a igreja. A nossa comunidade tem organizado uma proposta clara de trabalho com estratégias e metodologias que nos identifica como uma igreja viva e comprometida com o Reino de Deus.

O ministério de uma igreja de pequenos grupos, na visão celular tem sido de grande importância em nossa igreja para expressar um novo jeito de ser igreja, onde temos sido movidos constantemente pelo Espírito Santo. Os PGs têm sido de grande importância na organização do evangelismo, na comunhão, no discipulado e na formação de novas lideranças. Essa metologia para ser eficiente requer minha e sua disposição e o mover do próprio Deus.

Avivamento é movimento
Precisamos ser uma igreja que vai além da estrutura, que vai além do templo, que vai além dos eventos, que vai além de seus líderes religiosos, que vai além de seus encontros dos grupos pequenos e que vai além da celebração de seus cultos.

“Os que aceitaram a mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas. Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações” (Atos 2.41-42).

Uma igreja centrada em Deus. Tudo o que for feito seja para honra e glória do Senhor e não para o reconhecimento e glória do homem.“Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos” (Atos 2.43).

Uma igreja repleta de uma alegria e sinceridade. Uma igreja onde o convívio alegre e sincero é mais forte do que as regras e metodologias. “Com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos” (Atos 2.46-47).

Uma igreja com comunhão intensa. Uma igreja onde os relacionamentos são mais importantes do que as tarefas, metas e atividades. “Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições” (Atos 2.44-46).

Uma igreja com uma fé contagiante. Uma igreja onde quem está fora quer entrar e quem está dentro não quer sair. “Louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos” (Atos 2.47).

Impedimentos para o enchimento do Espírito Santo?
Quero falar de três barreiras ao menos, nas quais estão registradas no evangelho de Lucas 11.9-13.

A dúvida. Especialmente quando se trata em pedir e receber. Jesus simplesmente diz: “Peçam e lhes será dado” Jesus deve ter percebido quanto estavam cegos, então ele repete: “busquem e encontrarão”. E, Jesus fala pela terceira vez: “Batam, e a porta lhes será aberta”. Certamente Jesus como conhecedor da natureza humana, insiste pela quarta vez: “Pois todo o que pede, recebe”. Mas persiste pela quinta vez: “O que busca encontra”. E por fim, Jesus ainda diz, “Aquele que bate, a porta será aberta”.

Porque Jesus diz isso seis vezes? Porque sabe como somos. Achamos muito difícil acreditar que Deus nos dará algo, ainda mais algo tão incomum e maravilhoso quanto o seu Espírito Santo e os dons que vêm com ele!

O medo. Vencendo a primeira barreira, surge o medo. Medo daquilo que iremos receber. Será que vai ser bom?

A inadequação. Após ter alcançado o propósito em ter uma nova vida e começar a abandonar o pecado, somos tomados por um sentimento de sermos inadequados. Por vezes não conseguimos crer de que Deus nos possa dar algo, considerando: Quem fomos? Quem somos? O que seremos?

Sendo cheios pelo mover de Deus
A Palavra escrita de Deus, nos orienta que ser cheios do Espírito Santo não é uma experiência única. O apóstolo Paulo, orienta a igreja a buscar continuamente pelo enchimento do Espírito Santo, “deixem-se encher pelo Espírito” (Efésios 5.18b).

Perguntas para a edificação dos encontros de PGs
1. Considerando o nosso jeito de ser igreja, como você tem identificado o mover de Deus?
2. Que tipo de impedimentos você tem tido para experimentar o enchimento do Espírito Santo?

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