“Grande multidão continuava a segui-lo, porque vira os sinais miraculosos que ele tinha realizado nos doentes” (João 6.2).

Pr. Valmir

Pastor Geral

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JESUS, O PÃO DA VIDA (João 6.26-35)

O Evangelho de João relata alguns acontecimentos da vida de Jesus para defender um tema principal: Jesus Cristo é o Filho de Deus, que oferece a vida aos que creem nele (João 20.30-31). Ao longo deste evangelho, Jesus se apresenta uma série de afirmações poderosas, normalmente combinadas com sinais e milagres.

A palavra escrita de Deus, além de revelar o que Jesus veio fazer por nós, revela de que ele é Deus. Nas suas próprias palavras, Jesus disse: “Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou" (João 8.58).

Nós devemos crer no único “Eu Sou” para termos a vida eterna. Jesus disse: “Se vocês não crerem que Eu Sou, de fato morrerão em seus pecados” (João 8.24).

Ele sabia que muitos os seguiam apenas por causa dos milagres que ele realizava. E ao fazer estas declarações extraordinárias, Jesus demonstra que, além de nos abençoar com suas obras maravilhosas e transformadoras, deseja que nós o conheçamos e que tenhamos um relacionamento pessoal com ele.

Neste episódio, Jesus tinha acabado de multiplicar pães e peixes de modo a alimentar uma grande multidão necessitada (João 6.1-15). Em seguida, Jesus questiona a motivação do povo (verso 26) e declara ser ele mesmo o “pão da vida, capaz de saciar a fome mais profunda do ser humano.

Cada afirmação de Jesus ensina algo importante sobre o seu ministério, mostrando que Ele veio para ensinar, salvar e proteger o seu povo.


1. A multidão seguia a Jesus pelos sinais e milagres que Ele realizava.
“Grande multidão continuava a segui-lo, porque vira os sinais miraculosos que ele tinha realizado nos doentes” (João 6.2).

A fama de Jesus se espalhava por toda parte e por isso, uma grande multidão seguia a Jesus. O fascínio era tão grande que, conforme o versículo 14, o povo queria até proclamá-lo rei, começando a olhar para ele como a solução para os problemas políticos, econômicos e sociais que enfrentavam. A multidão não conhecia Jesus e não entendia que Jesus era Deus.


2. Apesar da motivação errada do povo, Jesus não deixou de fazer milagres.
Relatando o mesmo milagre de Jesus, Marcos 6.34 afirma: “Quando Jesus saiu do barco e viu uma grande multidão, teve compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor. Então começou a ensinar-lhes muitas coisas”. Lucas 9.11 declara: “mas as multidões ficaram sabendo, e o seguiram. Ele as acolheu, e falava-lhes acerca do Reino de Deus, e curava os que precisavam de cura”. Em síntese, Jesus se compadeceu da multidão, a acolheu e agiu em seu favor, curando os doentes e ensinando sobre o Reino de Deus.

Jesus jamais vai rejeitar aqueles que dele se aproximam com necessidades. Ele olha para as pessoas com compaixão e misericórdia, procurando suprir as carências apresentadas. As necessidades eram importantes e precisam ser sanadas.

3. O principal interesse de Jesus está na nossa salvação e no nosso relacionamento com Ele.
“Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem lhes dará” (João 6.27). Apesar de reconhecer as necessidades físicas e materiais imediatas, Jesus queria mesmo é que as pessoas comessem o pão da vida (Se alguém comer deste pão, viverá para sempre, João 6.51).

O que significa comer do pão da vida? Significa crer em Jesus e considerá-lo como fonte pessoal de vida. Onde se deve procurá-lo simplesmente para terem suas necessidades físicas e materiais supridas. Elas deveriam procurá-lo porque ele é Deus, fonte de vida eterna.

Conclusão: Jesus é extraordinário, cheio de compaixão e amor pelas pessoas. Por isso, podemos e devemos apresentar a Deus as nossas necessidades e buscar nele a solução para as nossas mais diversas lutas e problemas. Jesus tem poder, ele opera milagres e se importa conosco.

Lhe convido a avaliarem quais são suas motivações em seguir a Jesus. É apenas o “pão” o que buscamos ou desejamos ser um seguidor de Jesus?
Ao dizer que é o Pão da Vida, Jesus está afirmando que, por mais que ele possa nos dar tudo o que precisamos, inúmeras bênçãos, não é disso que precisamos. Precisamos do abençoador!
Perguntas de edificação para os encontros dos PGs:
1. Por que você tem buscado e seguido a Jesus? Qual tem sido sua motivação?
2. Quais são as suas maiores necessidades hoje? Você acredita que Deus se importa com as suas necessidades também?

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